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Cresce intenção de investimento na indústria de material de construção

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulga a nova edição do Termômetro da indústria de material de construção. A pesquisa de opinião realizada com as lideranças do setor reflete as expectativas opinião atual sobre o momento. Além da análise das vendas no mês de outubro, o estudo destaca a manutenção de um otimismo moderado e crescimento considerável da pretensão de investimentos nos próximos 12 meses.
O estudo informa que para 46% das empresas associadas o faturamento em outubro foi considerado “regular”. Para 35% foi “bom” ou “muito bom”, e as demais 19% avaliaram o desempenho como “ruim”. Para o mês seguinte, a expectativa está dividida: 50% esperam um novembro “bom”, enquanto outros 50% esperam um período “regular”.
O setor mantém avaliação ligeiramente positiva sobre o governo. Em outubro, o número de empresas que se declararam “indiferentes” às ações governamentais foi 73%. O número de associadas otimistas foi 23%, enquanto as demais 4% se declararam pessimistas.
Tendo a terceira alta consecutiva em outubro, sendo esse o maior crescimento dessa sequência, o total de empresas com pretensões de investimento no médio prazo, seja em expansão da capacidade, seja em modernização dos meios de produção, chegou a 81%. Em outubro de 2018 esse número era 57%. Permanecendo em patamar estável desde o início do ano, em outubro o nível de utilização da capacidade instalada subiu para 71%. “Apesar de ainda não podermos falar em uma recuperação econômica ampla, continuamos buscando caminhos para um desenvolvimento sustentável da indústria de material de construção”, explica Rodrigo Navarro, presidente da Abramat.
Segundo ele, enquanto a entidade aguarda a retomada de investimentos feitos pelo governo em infraestrutura, segue com uma atuação propositiva, estabelecendo canais de diálogo transparentes entre o setor público e a indústria de material de construção, prática que vem trazendo resultados positivos ao setor. “Questões como o apoio à modernização do marco regulatório do saneamento básico, às reformas estruturais, eliminação de burocracias, engajamento do setor no âmbito da Indústria 4.0, e combate à falta de conformidade técnica e fiscal são temas que terão continuidade e fazem parte desse contexto de crescimento sustentável”, afirma Navarro.





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