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Vendas maiores em setembro

Os resultados de setembro da pesquisa Termômetro Anamaco, realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) para a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) mostram que o percentual de assinalações de vendas em alta subiu frente a agosto, passando de 42% para 50%.
Do ponto de vista regional, a melhora na percepção das vendas foi puxada pelas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. No Sudeste, o percentual de revendedores que disseram ter percebido aumento nas vendas passou de 32% para 44%. No Sul, subiu de 44% para 59% no Sul, enquanto no Centro-Oeste, de 49% para 53%. No outro extremo, caíram de 46% para 44% no Norte e de 60% para 54% no Nordeste. Em setembro, as regiões com menores níveis de otimismo foram Norte e Sudeste, onde as indicações de queda ou estabilidade das vendas no mês somaram 56%.
Considerando as empresas segundo as principais categorias de produtos comercializados, o destaque positivo ficou por conta do segmento de material hidráulico, com 64% de assinalações de crescimento. Os setores de pintura e revestimentos cerâmicos ficaram logo atrás em termos de assinalações otimistas: 56% e 57%, respectivamente. Pequenas oscilações foram registradas nos segmentos de material básico e elétrico. Com isso, estabilidade e queda somadas predominam: 56% e 55%, respectivamente.
O levantamento aponta que, quando se observa o total das respostas, independentemente da especialidade de cada varejista, os maiores crescimentos de vendas em setembro continuaram sendo sentidos em produtos básicos: 37% contra 33% em agosto. Seguiram-se tintas (19% contra 25%) e revestimentos cerâmicos (17% contra 15%).
O levantamento constatou, ainda, que, em nível nacional, a percepção dos varejistas permanece, majoritariamente, otimista quanto ao desempenho das vendas nos três meses anteriores à pesquisa. Para 53% dos entrevistados, as vendas registraram alta entre julho e setembro. Na edição anterior, esse percentual era de 54%. Já a parcela dos que reportaram queda passou de 11% para 10% e a dos que observaram estabilidade subiu de 35% para 37%.
O maior nível de otimismo foi percebido, mais uma vez, na Região Sul. Por lá, 63% dos lojistas garantem que registraram alta nas vendas, contra 57% na pesquisa anterior. Houve ligeira melhora no Sudeste, 48% contra 46% em agosto. Porém, uma vez mais, o Sudeste foi a Região com menores níveis de otimismo. Em todas as demais, essa percepção foi majoritária, permanecendo acima de 50%. O estudo aponta que a percepção de crescimento nas vendas no último trimestre antes da pesquisa recuou, ligeiramente, nos segmentos de revestimentos cerâmicos (de 73% em agosto para 61% em setembro) e produtos básicos (de 54% para 49%).
Foram registradas altas nas assinalações de crescimento das vendas nos últimos três meses nos setores de pintura (de 45% para 48%), material hidráulico (de 58% para 60%) e material elétrico (de 54% para 58%) sempre na comparação entre agosto e setembro.
Apesar da alta, o segmento menos otimista foi o de pintura, no qual a soma das indicações de estabilidade e de queda nas vendas no trimestre anterior à pesquisa chegou a 52%.
O Termômetro revela que as expectativas para o comportamento das vendas nos próximos três meses apresentaram ligeira oscilação, recuando levemente. Entre os entrevistados, aqueles que esperam alta nas vendas retraíram de 46% para 44%. No outro extremo, expectativas de queda foram apontadas por 16% dos entrevistados em setembro contra 14% em agosto.
O padrão de respostas se manteve idêntico ao mês anterior no Sudeste, com 40% de assinalações de alta. O otimismo quanto ao desempenho das vendas nos próximos três meses recuou no Centro- Oeste (de 41% para 37%), no Norte (de 51% para 46%) e no Sul (de 53% para 40%), tendo se elevado apenas no Nordeste (de 52% para 58%).
Considerando os varejistas segundo as principais categorias de produtos vendidos, os mais otimistas quanto ao comportamento futuro das vendas foram os especializados em pintura (56%). Em seguida, surgem os lojistas de material elétrico (48%) e revestimentos cerâmicos (41%).

Fonte: Revista Anamaco






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